Me critiquem, riam bastante, mas eu assumo: eu li.
Foi em janeiro, numa tarde bem a toa da primeira semana do mês. A ideia surgiu em uma dessas conexões malucas que a minha cabeça faz. Entrei no site da globo para ver fofoca (me critiquem de novo!!! Eu estava MUITO a toa nesse dia), deve ter aparecido alguma coisa sobre a Bruna Surfistinha e eu cheguei ao livro não me lembro como. Sei que resolvi ler e em 1h e pouco o serviço estava feito.
O livro conta a história da ex-garota de programa Raquel não lembro o quê, a Bruna Surfistinha. Ela conta como foi infância, adolescência, o início da vida na prostituição e depois como saiu dela.
O livro não foi escrito por ela, propriamente, ela foi entrevistada por um jornalista, este sim o escritor. O tom da coisa é bem informal, como se fosse uma conversa mesmo, daí a rapidez e facilidade com que o livro pôde ser lido. Não me acrescentou nada, não mudou minha vida (hahaha), me distraiu por uma mísera hora e hoje eu ainda fico pensando que vou me arrepender depois de dizer aqui que eu li. Não pela autora, mas pelo livro em si, que sei lá porque cargas d'água me lembrou muito uma coisa meio Sabrina-Julia-Bianca (é, gente, eu também já li os romances da Nova Cultural. Hoje em dia eu sou feminista demais para engolir aquilo). Como sou a favor de conhecer as coisas antes de opinar sobre elas (foi assim que acabei lendo Paulo Coelho, um dia eu conto), eu li.
Recomendaria para quem tem curiosidade dos pormenores da vida de uma garota de programa, porque biografia de puta, eu recomendo mesmo é o livro da Gabriela Leite, que em breve aparecerá por aqui.
C'est tout.
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